terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Anjos da Guarda e o Andarilho...

Questionaram-me a respeito do Anjo da Guarda que surge no livro. Quando imagino-o remeto-me a imagem que vemos em centenas de cartazes há décadas: uma figura humana com asas protegendo duas crianças que brincam com uma bola à beira de um rio...Cada crença tem uma forma de interpretar a figura angelical.

Acredito serem eles seres especiais e destinados a nos acompanhar mas jamais destinados a interromper nossas decisões.

Se Deus criou o homem concedendo-lhe o livre arbítrio, para decidir o que deseja fazer, ao Anjo da Guarda não está destinado impedir esse ato consciente. Esse é o limite do poder dos Anjos, o livre arbítrio dos humanos.

Mas existe algo mais.

Tal qual a figura que descrevi no início, se as crianças correrem atrás da bola e num ato inconsciente  estiverem correndo o risco iminente de se acidentar no rio, o Anjo os salvará, se assim for desejo do Criador, este último elemento que se acrescido à "formula da função angelical" a torna perfeita no plano do Divino, basta lembramos de Jó, na Bíblia.

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